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EVENTOS
UMA NOITE NA ÁFRICA Dário Teixeira Cotrim Pois bem, será preciso dizer com todas as letras e sem bajulação, que a decoração da festa Uma Noite na África estava realmente belíssima. Foi sem dúvida uma das decorações mais originais que já assistimos nos últimos tempos. Era a África com os seus mistérios e as suas tradições religiosas, com os seus costumes e a negritude de sua gente. Era uma África no sentimento do orgulho racial e na conscientização dos valores e das riquezas culturais do seu povo. As representações musicais; as danças e os paramentos africanos usados pelos grupos que estiveram presentes nesta belíssima noite, no melhor estilo é claro, mostraram-nos um pouco do muito que existe de belo e bom no continente africano. É verdade que todas as noites representativas realizadas pela confreira Ruth Jabbur nos deixaram inesquecíveis saudades. Todas! Sem exceção. Entretanto, esta noite africana foi totalmente diferente, pois havia algo mais do que uma decoração encantadora. Havia, sim, o aconchego ambiental e a confiança nas relações de amizades entre os inúmeros espectadores. Aliás, confiança essa reiterada pela brilhante recepção de Duca Nazareth Prates e pela competente assessoria de Alessandra Ataíde Jabbur. Já fizemos algumas referências nas promoções passadas de nossa confreira Ruth Jabbur. Falamos na diversificação de temas utilizados por ela que implica numa certa diferenciação do seu trabalho social com o dos outros colunistas sociais. Seria assim como se a gente viajasse léguas e mais léguas em busca de novidades. Ou, talvez, uma oportunidade de conhecer o mundo lá fora sem sair de casa. A África - onde muitos acham que é uma região chinfrim – na verdade é um continente belo e suntuoso na sua originalidade. A fauna e a flora são riquíssimas e Ruth Jabbur soube muito bem explorar esses dois segmentos – a vida animal e a vida vegetal. Outros conceitos foram explorados para ilustrar a decoração de sua inesquecível festa, onde as tradições e os costumes também foram muito bem representados. O colorido dos desenhos nas toalhas das mesas, no cardápio e a decoração dos banheiros e noutros lugares possíveis representavam com fidelidade os riscos e os rabiscos nas artes plásticas deste povo criativo. Pois são características próprias dos que gostam de dançar, dos que gostam de cantar e dos que sofrem com a exclusão social de um mundo civilizado. A conclusão que se pode tirar, dessa rápida análise, consiste em que o povo africano se representa como sendo o próprio agente do folclore universal com as suas superstições e as suas lendas. Isso nos levou a área externa do ambiente onde havia a carne de javali, o cuscuz, kafta e a cocada africana (quebra-queixo). No jantar havia a carne de cordeiro, leitão, galinha e a deliciosa carne de jacaré ao leite de coco e hortelã. Nas iguarias encontramos um variado cardápio de salgadinhos e doces. Todas essas delícias com muita fartura. Uma Noite na África foi realmente uma noite de alegria, descontração e de oportunidade ímpar para o encontro com os amigos e, ao mesmo tempo, para jogar conversa fora. Isso não impede e nem poderia impedir que o tempo parasse no tempo. Era o que todos nós desejávamos. Mas, o que é bom mesmo dura muito pouco e o pouco que durou já foi o bastante para que a gente pudesse viajar para o distante do pretérito. O sucesso d’A Noite na África apenas repete o sucesso das noites anteriores. Em suma, a partir de agora estamos contando os dias para que uma nova promoção de Ruth Jabbur venha logo. Fica aqui uma sugestão: Arriba! Arriba! Uma Noite Mexicana. Certamente que teremos aqui em Montes Claros um pedacinho muito especial do México. Nesta noite estaremos usando sombrero (chapéu mexicano) e maracas. Por fim, dançaremos ao som das músicas de Miguel Aceves Mejía, Agustín Lara, Armando Manzanero e Los Panchos. Mas, que seja breve!
Junho 2010 O MARAVILHOSO DEBUT DE MARIA FERNANDA
Setembro 2009 A GRANDE NOITE DAS VOVÓS DO ANO O PRINCIPESCO DEBUT DE PRISCILLA LOPES SARMENTO
Junho 2009 CASA SANTA BERNADETE -“SUCESSO ABSOLUTO”
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